sexta-feira, 24 de junho de 2011

COMO ESTOU?

 
Como posso me definir? São tantas coisas, talvez você se encontre assim, mas isso é bom, porque o nosso lugar é ao lado do Senhor, junto aos seus pés, em seus braços.
Ando, caminhando sempre, jamais desistir, clamo, choro, grito no silêncio, sinto doer meu coração, me derramo em teus braços, olho para todos os lados e tenho a Ti, não adianta fugir, não tem outra saída a não ser correr pra Ti, ó Deus grande e poderoso, digno de louvor, gracioso só como Tu és, desfaleço, fortaleço, porém meu socorro vem de Ti, sinto-me pequena, porém protegida por uma grande mão, às vezes paro, a voz embarga, as lágrimas querem descer ao rosto, não consigo pensar em nada, só me resta orar a Ti, clamar por Ti, me sustentar em Ti, porque Senhor, tudo és pra mim.

Anna Ceysa
Caicó, 24 de junho de 2011
Vim Orar
Composição: Davi Fernandes / Jill Viegas
Venho aqui me humilhar Ante a Ti
Venho aqui quebrantar tudo em mim
Vim orar, vim falar Contigo
Sei que não vai me desprezar
Sei que vai me escutar

Ouça o som do meu coração
Gritando Por Ti
Um coração ardendo de amor
Desejoso de Te Ouvir

Amado Meu perdoa o que eu fiz de mim
Amado Meu me dá uma chance Vem me ouvir
Estende a Tua Mão me dá Teu Perdão
Preciso de Ti

quarta-feira, 22 de junho de 2011

VALE A PENA TE SERVIR

A vida é cheia de surpresas, de alegrias e tristezas, conquistas e derrotas, a cada passo dado andamos pra o sucesso ou fracasso, tudo depende de nossas escolhas, das opções que fazemos para nossa vida, o caminho que queremos trilhar e onde queremos chegar.
Não temos muitas certezas, na maioria das vezes as dúvidas prevalecem, a ansiedade, o medo, a angústia, tudo isso permeiam nossos dias, nos questionamos se esse é o caminho certo. Será que escolher esse caminho vale à pena?
Muitos tentam, prosseguem pra ver o resultado final, outros desistem no meio do caminho por não saber o que tem na frente a esperar, alguns chegam perto do fim, ainda com dúvidas se realmente essa foi à escolha certa.
Com Jesus é diferente, arriscamos, não temos medo, desbravamos, e queremos ir até o fim, nEle temos uma certeza, o Seu amparo e o Seu cuidado estão conosco continuamente, se deu certo somos gratos a Ele, se deu tudo errado somos gratos também a Ele, porque ao tomarmos a decisão de deixar Cristo guiar nossos dias sabemos que tudo será de acordo com a Sua vontade, e, isso é maravilhoso.
Com Jesus, continuaremos a ter alegrias e tristezas, conquistas e derrotas, e surpresas em nossas vidas, mas a certeza paira em nosso coração, nos dando paz, convicção, querendo continuar mesmo estando difícil, doloroso e castigante, erguemos nossas cabeças e vamos prosseguindo para o alvo, surge uma força, que nos leva ao longe, muitas vezes estamos rastejando, porém nos levantamos aos pouco, enfim, nos pomos de pé, batemos a poeira, lavamos as feridas, levantamos a cabeça e gritamos, VALE A PENA TE SERVIR, VALE A PENA TE AMAR, VALE A PENA, POR TI JESUS, TUDO VALE MUITO A PENA, SÓ POR TI JESUS.
Anna Ceysa Souza de Araújo
Caicó, 22 de Junho de 2011

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Resutados de um vida de Oração

Charles Spurgeon "O príncipe dos pregadores"

(1834-1892)

Acerca de tão estupendo êxito na vida de Spurgeon, convém notar o seguinte: Nenhum dos seus antepassados alcançou fama. Sua voz podia pregar às maiores multi­dões, mas outros pregadores sem fama gozavam também da mesma voz. O Príncipe dos Pregadores era, antes de tu­do, O Príncipe de Joelhos. Como Saulo de Tarso, entrou no Reino de Deus, também agonizando de joelhos. No caso de Spurgeon, essa angústia durou seis meses. Depois (assim aconteceu com Saulo) a oração fervorosa era um hábito na sua vida. Aqueles que assistiam aos cultos no grande Tabernáculo Metropolitano diziam que as orações eram a parte mais sublime dos cultos.
Quando alguém perguntava a Spurgeon a explicação do poder na sua pregação, O Príncipe de Joelhos apontava para a loja que ficava sob o salão do Metropolitan Taber­nacle e dizia: "Na sala que está embaixo, há trezentos crentes que sabem orar. Todas as vezes que prego eles se reúnem ali para sustentar-me as mãos, orando e suplican­do ininterruptamente. Na sala que está sob os nossos pés é que se encontra a explicação do mistério dessas bênçãos."
Spurgeon costumava dirigir-se aos alunos no Colégio dos Pastores desta forma: "Permanecei na presença de Deus!... Se o vosso fervor esfriar, não podereis orar bem no púlpito... pior com a família... e ainda pior nos estudos, so­zinhos. Se a alma se tornar magra, os ouvintes, sem sabe­rem como ou por quê, acharão que vossas orações públicas têm pouco sabor."
Ainda sobre a oração, sua esposa deu este testemunho: "Ele dava muita importância à meia-hora de oração que passava com Deus antes de começar o culto." Certo crente também escreveu a esse respeito: "Sente-se, durante a sua oração pública, que ele é um homem de bastante força para levar nas mãos ungidas as orações duma multidão. Isto é a idéia mais grandiosa, de sacerdote entre Deus e os homens".
Convicto do grande poder da oração, Spurgeon desig­nou o mês de fevereiro, de cada ano, no Grande Taberná­culo, para realizar a convenção anual e fazer súplicas por um avivamento na obra de Deus. Nessas ocasiões, passa­vam dias inteiros em jejum e oração, oração que se tornava mais e mais fervorosa. Não só sentiam a gloriosa presença do Espírito Santo nesses cultos, mas era-lhes aumentado o poder com frutos abundantes.
Na sua autobiografia, desde o começo do seu ministério em Londres, consta que pessoas gravemente enfermas fo­ram curadas em resposta às suas orações.
A vida de Spurgeon não era vida egoísta e de interesse próprio. Juntamente com sua esposa, fez os maiores sa­crifícios para colocar livros espirituais nas mãos de um grande número de pregadores pobres e ambos contribuíam constantemente para o sustento das viúvas e órfãos. Rece­biam grandes somas de dinheiro, mas davam tudo para o progresso da obra de Deus.
Não buscava fama nem a honra de fundador de outra denominação, como muitos amigos esperavam. A sua pre­gação nunca foi feita para sua própria glória, porém tinha como alvo a mensagem da Cruz, para levar os ouvintes a Deus. Considerava seus sermões como se fossem setas e dava todo o seu coração, empregava toda a sua força espi­ritual em produzir cada um. Pregava confiando no poder do Espírito Santo, empregando o que Deus lhe concedera para "matar" o maior número de ouvintes.
"Carlos Hadon Spurgeon recebia o fogo do Céu, estu­dando a Bíblia, horas a fio, em comunhão com Deus."
Cristo era o segredo do seu poder. Cristo era o centro de tudo, para ele; sempre e unicamente Cristo.
J. P. Fruit disse: "Quando Spurgeon orava, parecia que Jesus estava em pé ao seu lado."
MUITA ORAÇÃO, MUITO PODER; POUCA ORAÇÃO, POUCO PODER.
ORAÇÃO É PRIMORDIAL PARA TODO MINISTÉRIO SER BEM SUCEDIDO.
REUNA SEU POVO, CIDADE E OUTROS PARA ORAR.
URGÊNCIA: ORAÇÃO
Heróis da Fé, Vinte homens extraordinários que incendiaram o mundo, Orlando S. Boyer